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quarta-feira, 17 de março de 2010


Crepúsculo

Você sempre foi meu intimo da noite.
Este presente no meu momento, mas ausente.
Sentir teu cheiro, como se sente a brisa leve!
Vi você partir naquele instante, e ao mesmo tempo me submergi!

Me perdi, como uma estrela cadente ao cair!
Me senti só, como o porto sem os veleiros.
A única esperança que posso possuir
È a espera! A espera de um dia você voltar.
Voltar para meus braços.
Ao anoitecer, continuo a te esperar
Naquele porto triste.
Esperando seu veleiro voltar!

Martina Freire

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